quinta-feira, 20 de setembro de 2012

Partidos da base aliada defendem Lula

PRB, de Russomanno, e PMDB, de Chalita, também se unem na defesa do ex-presidente dos ataques do tucano José Serra (PSDB)
Lula durante propaganda para campanha de Haddad / Reprodução  
Lula durante propaganda para campanha de Haddad Reprodução

O PT (Partido dos Trabalhadores) divulgou uma nota nesta quinta-feira em defesa do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

A nota conta com a participação de partidos da base aliada do governo, inclusive com o PRB, do candidato à prefeitura de São Paulo, Celso Russomanno, e com o PMDB, do candidato Gabriel Chalita.

Os líderes da base aliada criticaram a reportagem da revista Veja do final da semana passada, que coloca um vínculo de Lula com o Mensalão. A reportagem tem sido explorada em São Paulo pelo candidato do PSDB à prefeitura, José Serra.

A nota foi assinada por Rui Falcão (PT), Eduardo Campos (PSB), Valdir Raupp (PMDB), Renato Rabelo (PCdoB), Carlos Lupi (PDT) e Marcos Pereira (PRB).

Confira a íntegra da nota divulgada no site do PT:

O PT, PSB, PMDB, PCdoB, PDT e PRB, representados pelos seus presidentes nacionais, repudiam de forma veemente a ação de dirigentes do PSDB, DEM e PPS que, em nota, tentaram comprometer a honra e a dignidade do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Valendo-se de fantasiosa matéria veiculada pela Revista Veja, pretendem transformar em verdade o amontoado de invencionices colecionado a partir de fontes sem identificação.

As forças conservadoras revelam-se dispostas a qualquer aventura. Não hesitam em recorrer a práticas golpistas, à calúnia e à difamação, à denúncia sem prova.

O gesto é fruto do desespero diante das derrotas seguidamente infligidas a eles pelo eleitorado brasileiro. Impotentes, tentam fazer política à margem do processo eleitoral, base e fundamento da democracia representativa, que não hesitam em golpear sempre que seus interesses são contrariados.

Assim foi em 1954, quando inventaram um “mar de lama” para afastar Getúlio Vargas. Assim foi em 1964, quando derrubaram Jango para levar o País a 21 anos de ditadura. O que querem agora é barrar e reverter o processo de mudanças iniciado por Lula, que colocou o Brasil na rota do desenvolvimento com distribuição de renda, incorporando à cidadania milhões de brasileiros marginalizados, e buscou inserção soberana na cena global, após anos de submissão a interesses externos.

Os partidos da oposição tentam apenas confundir a opinião pública. Quando pressionam a mais alta Corte do País, o STF, estão preocupados em fazer da ação penal 470 um julgamento político, para golpear a democracia e reverter as conquistas que marcaram a gestão do presidente Lula.

A mesquinharia será, mais uma vez, rejeitada pelo povo.

Rui Falcão, PT
Eduardo Campos, PSB
Valdir Raupp, PMDB
Renato Rabelo, PCdoB
Carlos Lupi, PDT
Marcos Pereira, PRB

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